terça-feira, 17 de maio de 2011

Comentário pós-lançamento de Cursed City




Assim como eu, tenho certeza que muitas outras pessoas aguardavam ensandecidamente 14.05.2011. Eu não pensava em outra coisa. Seria este o dia em que finalmente tocaria no tal livro. Não me decepcionei, pelo contrário, me emocionei. Como eu disse aqui no Caneta Selvagem no post em que relatava minha seleção para a antologia Cursed City:
São os curtos momentos de realização que fazem valer os infinitos momentos de luta.”
Para quem quiser ler na integra.
Puxa, foi em 20.01.2011, mas parece que foi em outra vida. Cada dia de espera valeram por mil.





Em meu conto de Cursed, “Só o dinheiro dos mortos”, eu suei horrores para montá-lo, editá-lo, filtrar personagens, dinamizar, fazer caber nos limites de caracteres. Isto, pois eu tinha acabado de receber minha primeira (DE MUITAS COM TODA A CERTEZA DO MUNDO) rejeição. Isto, pois apenas havia mandado UM para outra antologia (Jogos Criminais) e esta havia me aceitado. O resto das “rejeições” tratavam-se concursos literários, coisa que só pelo nome já não nos transmite tanta esperança, né.
Mas que seja.





Fronte a sensação ruim de uma rejeição eu repensei sobre minha situação. “O que eu to fazendo aqui? Será que sou tão ruim?” . Aquela “derrota” foi bem amarga, mas me fez ponderar de montão. E depois do luto, vi a oportunidade em “Cursed City – Onde as almas não têm valor”. Escrevi tentando não me animar de antemão, para não sofrer como sofri na ocasião anterior. Mas me dediquei, fazendo o melhor que eu poderia fazer na época. Foi bem artesanal o trabalho de corte e etc...
Enfim, quando li meu nome na listas dos participantes, comemorei selvagemente, como se não houvesse um dia seguinte pra mim. Urrei, ao som de músicas engraçadas e sorria como se estivesse dopado.
São os curtos momentos de realização que fazem valer os infinitos momentos de luta.”


É nessas horas que percebemos qual o sentido da nossa vida. E até onde iríamos, para tanto. Que seja.
O lançamento estava repleto de pessoas amistosas que partilham dos mesmos objetivos que eu tornando a maioria de desconhecidos ali, cúmplices logo de cara. Só tenho a agradecer a presença dos comparsas que foram prestigiar, e parabenizar o trabalho da editora (do idealizador e organizador Marcelo Amado, o cara não poupou despesas e mostrou prazer no que escolheu fazer), que como não canso de dizer: “Fez a arte mais LEGAL E BEM FEITA que eu já vi em TODA minha vida em um livro. (O livro tem um furo! E é repleto de fotos e gravuras.)






Foi como um dos presentes comentou em uma das fotos. “Foi como estar no lugar certo, com as pessoas certas”, algo assim.
Comecei a leitura ontem e embora até então avancei rapidamente, vou fazer o máximo pra não terminar tão cedo. Quero degustar sem moderação, mas sem pressa também. Uma das coisas mais legais que tenho sentido ao ler Cursed é o entrosamento dos elementos entre os contos. Algumas coisas parecem fazer um sentido absurdo mesmo que não combinadas. Além é claro dos elementos já pré-determinados pela editora e que dão uma atmosfera de continuidade entre os contos absurda! Todas as vezes que vejo Billy Monstrengo, o dono do Saloon, fazer algum papel importante ou ponta em outras narrativas, eu me lembro dele arremessando um pano para Kansas Caolho (um de meus personagens) colher um cérebro estourado do chão.







Até então li pouco.
- Uns dizeres sombrios que nos colocam no clima escritos por Tânia Souza
- “O Prefácio” de Adriano Siqueira
- A apresentação da cidade pelo próprio Xerife.
Os Contos:
- “O gigante, a curandeira e a lutadora de kung-fu” de Alfer Medeiros
- “Oricvolver” de Ghad Ardhu
- “Número 37” de Carolina Mancini
- Just like Jesse James de Alliah (Este li fora de ordem, pois já estava na degustação on-line)
O próximo será: “Por um punhado de almas” de Cirilo S. Lemos








E é isso aí, quando terminar, pretendo fazer uma resenha da obra completa!
Aconselho este livro para aqueles que gostam de terror, elementos fantásticos, aventuras com elementos de horror, velho-oeste, humor, mistérios soturnos, ocultismo, ação e violência desmedida.





Quem quiser lê-lo vá até o site da Editora Estronho, em sua loja. (Importante dizer que eles não estão cobrando frete.) Quem for aqui da baixada santista e quiser ver comigo se podemos juntar um número maior de pedidos e negociar valores devido a quantidade e etc, acho que seria uma boa. Eu falo de peito aberto que vocês não vão se arrepender. O livro mesmo depois de lido ainda serve como um puta enfeite. Sem contar que você ainda leva um botom e um marcador.
Qualquer dúvida na compra entre em contato com a editora, pelo site deles (acima), ou no twitter deles @estronho, ou comigo mesmo pelo meu e-mail theyvis@hotmail.com e eu ajudo no que puder ajudar.
Fortíssimo abraço e ótima semana a todos.
@Yvis_Tomazini

quarta-feira, 4 de maio de 2011

LANÇAMENTO CURSED CITY 14 DE MAIO




Dia 14 de de Maio ocorrerá o lançamento da antologia 'Cursed City - Onde as almas não têm valor'. Me sinto orgulhoso de fazer parte de um trabalho tão meticuloso (a editora não poupou despesas na arte do livro, disparando até mesmo um tiro em cada um deles). (Acreditem nem em livro de RPG da Whitewolf eu vi uma arte tão detalhada...)






Neste mesmo dia ocorrerão juntos o lançamento do 'Insanas - Elas Matam' (Estronho) e Rei Rato (Tarja Editorial).


No mesmo dia em um outro local ocorrerá também o lançamento da antologia Espectra (Literata). Tenho comparsas que participam, eu tentarei dar um pulo lá antes =)



O conto com o qual participo na CURSED CITY se chama 'Só o Dinheiro dos Mortos', e segue abaixo o trailer que eu fiz para ajudar na divulgação.



video

Abraço pessoal.
@Yvis_Tomazini